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terça-feira, 8 de abril de 2014

Processo Seletivo - AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE



Começam hoje, 8 de abril de 2014, as inscrições do processo seletivo 001/2014 da Prefeitura Municipal de Itaipé, no qual são disponibilizadas 10 oportunidades para Agente Comunitário de Saúde no Programa Saúde da Família (PSF), bem como cadastros de reserva.

Os profissionais atuarão em jornadas semanais de 40h e receberão R$ 798,03 mensais, com contratos em regime estatutário. A lista de Unidades Básicas de Saúde às quais os Agentes Serão designados está anexa ao certame.
Para participar deve-se realizar inscrição até 16 de abril de 2014, das 7h às 13h, no Departamento de Pessoal da prefeitura, mediante entrega de documentos listados em edital. A taxa é de R$ 18,00 e o formulário de inscrição também está disponível em www.itaipe.mg.gov.br.

Haverá prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório, na data provável de 10 de maio de 2014, às 8h, assim como comprovação de residência, apenas eliminatória. Também serão considerados os títulos apresentados pelos concorrentes.

ARQUIVOS PARA DOWNLOAD

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Seleção de estagiários: Comarca de Novo Cruzeiro


A prova será realizada amanhã, 08 de abril de 2014, das 08h às 12h, no salão do júri do fórum de Novo Cruzeiro, localizado na avenida Júlio Campos, 201, Centro.

A carga horária é de vinte horas semanais, com jornada diária de quatro horas.

São oferecidas 4 vagas para estágio, o estagiário fará jus ao recebimento de bolsa estágio no valor de R$660,00 e também, de vale-transporte, em pecúnia, em quantia equivalente a dez por cento do valor da bolsa de estágio.

O período de inscrição acabou dia 28 de março de 2014. Ao todo, 9 candidatos se inscreveram para concorrer às vagas.

Na última prova realizada, nenhum dos candidatos inscritos conseguiu a pontuação mínima exigida.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Lei de MG que efetivou quase 100 mil servidores é inconstitucional, diz STF




O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional, nesta quarta-feira (26), uma lei que efetivou milhares de servidores públicos em Minas Gerais em 2007. A Lei Complementar 100 atinge 98 mil trabalhadores no estado, segundo consta no processo movido pela Procuradoria-Geral da República. A decisão teve como relator o ministro Dias Toffoli.

De acordo com a assessoria do STF, a lei mineira contemplou os servidores que mantinham vínculo precário com a administração pública estadual há mais de cinco anos, sob a chancela de “designados”, que passaram a ser lotados no Instituto de Previdência do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). Em nota, o governo de Minas explicou que a decisão do STF retirou dos servidores atingidos a qualidade de efetivos.
Ficou decidido, ainda, conforme o Executivo mineiro, que o estado terá o prazo de 12 meses, a partir da publicação da ata, para cumprir a decisão, para os cargos em que não houve concurso. Os concursados, ainda não nomeados, serão convocados para assumirem os respectivos cargos vagos. Nos termos da decisão do STF, segundo o governo, os demais servidores, enquanto houver necessidade, poderão ser designados, até realização de novo recrutamento.
Foram mantidos os direitos dos já aposentados, dos pensionistas e daqueles que, até a data da publicação da ata do julgamento, tenham alcançado direito para a aposentadoria.
De acordo com o governo, cerca de 96 mil servidores são da área da educação. Um levantamento preliminar apontou que cerca de 16 mil servidores já foram aposentados ou estão em processo de aposentadoria. Além disso, aproximadamente 11 mil servidores efetivados foram aprovados no ultimo concurso público realizado pela Secretaria de Estado da Educação.
Segundo a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira, desde quando a ação foi proposta, a entidade procurou o Executivo estadual para “construir alternativas”. Porém, afirma Beatriz, “o governo nunca conversou com a categoria sobre essa ação”.
Sobre o posicionamento do sindicato a partir de agora, a coordenadora é enfática. “Vamos cobrar do governo a responsabilidade pelo que ele fez com a categoria”, diz.

Já o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos), Geraldo Henrique da Conceição, disse que, apesar de entidade concordar com o concurso público, acredita que será um caos caso ocorram todas as demissões. “O Supremo não olhou o lado social da situação, olhou somente o lado jurídico”, pontuou.