Mais uma vez, um dos motivos do protesto é o Caixa de Assistência Postal, o plano de saúde dos servidores, que, segundo eles, pode ser privatizado
Segundo a direção do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios, Telégrafos e Similares do Estado de Minas Gerais (Sintect-MG), os trabalhadores pedem a não privatização do plano, que é o maior benefício dos funcionários, além de lutarem pela mudança no horário de trabalho. Eles querem que as entregas sejam feitas na parte da manhã, quando o sol está mais fraco e o trabalho não fica tão exaustivo.
Outra alegação é de que a empresa estaria descumprindo o próprio acórdão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede a ECT de mexer no convênio médico sem o consentimento dos trabalhadores.
O impasse sobre o atual plano já foi motivo de greve no ano passado, quando durou 21 dias. Mais tarde, haverá uma reunião para definir os rumos da paralisação.
Em nota oficial, os Correios declararam estarem cumprindo o que foi acordado no TST a respeito do plano de saúde. A empresa também confirma se reunir mensalmente com os representantes dos trabalhadores de todo o Brasil e garante a entrega de cartas e encomendas, bem como o atendimento em agências, em caso de greve.
Em Teófilo Otoni , nessa quinta pela manhã menos de 10% dos trabalhadores aderiram a paralisação.

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